Odeio me sentir presa, ou controlada, e sou contra qualquer tipo de autoridade. Exponho minhas ideias da forma em que acho conveniente, e não ligo se for inconveniente da minha parte.
Não sou rotulável, por isso não estou em prateleiras. Não gosto de modas, por isso estou longe de sonhar com passarelas. Minha fúria é grande, e minha vontade de lutar também, mas as barreiras que me cercam são maiores ainda, o que deixa minha revolta a nível extremo.
Me considero uma jovem cansada deste furacão de mentiras que assola a humanidade, da cegueira constante que o ser humano vive a milhões de anos, da mesmice de cada dia, e da superficialidade que me cerca, e que consome a mente dos fracos.
Me sinto como um indivíduo perdido no meio de todo esse caos,ou me sinto como o próprio caos, que seja! Sou como um prisioneiro em busca de liberdade, ou como um abandonado em busca de afeto, sou como a fúria de um vulcão quando explode ou como uma criança deixada pelos pais.
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